sábado, 17 de março de 2012

SAREH


O Serviço de Atendimento à Rede de Escolarização Hospitalar (Sareh) foi instituído pela Seed,em 2007.
A finalidade é propiciar a continuidade do processo de escolarização, inserção ou reinserção no ambiente escolar, de alunos do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental e das séries do Ensino Médio, Profissional, Profissionalizante e EJA, que se encontram impossibilitados de frequentar a escola, em virtude de situação de internamento hospitalar ou tratamentos de saúde prolongados.
A hospitalização é um dos motivos de exclusão da vida escolar e crianças e adolescentes devem ter todo o aparato possível para que não fiquem prejudicadas, nem em seu tratamento médico, tampouco em sua aprendizagem escolar.
Em Curitiba, o Sareh realiza atendimento nas seguintes unidades conveniadas:
  • Associação Paranaense de Apoio à Criança com Neoplasia – APACN;
  • Hospital Universitário Evangélico de Curitiba – HUEC;
  • Hospital das Clínicas – HC; Hospital do Trabalhador – HT;
  • Hospital Erasto Gaertner – HEG e
  • Associação Hospitalar de Proteção à Infância Dr. Raul Carneiro (Hospital Pequeno Príncipe) – HPP.
No atendimento hospitalar, a equipe do Sareh é composta por um pedagogo e 3 professores das áreas de exatas, humanas e linguagens: que tem foco na continuidade do processo educativo formal dos educandos internados.
O pedagogo do Sareh faz contato com a escola de origem do aluno, que após o atendimento a este, encaminhará os pareceres e as atividades realizados durante o período do internamento.
Ao estabelecimento de ensino de origem dos educandos atendidos pelo Sareh, compete fornecer informações ao responsável pelo Sareh, no NRE e ao pedagogo que presta serviço na instituição conveniada, sempre que solicitado; deve:
  • anexar a Ficha do Sareh à Ficha do Aluno e, posteriormente, arquivá-la na Pasta Individual;
  • registrar no Livro de Registro de Classe, o resultado das avaliações realizadas pelo aluno, no período em que esteve em tratamento e, mensalmente, informar ao NRE a listagem de alunos que estão afastados; compilar e enviar ao NRE o relatório de dados do Sareh, semestralmente.

ATENDIMENTO DOMICILAR

O aluno com atestado médico inferior a 90 dias tem direito ao atendimento com tarefa domiciliar.
Para tanto, a família deverá apresentar o atestado e/ou laudo médico à escola e receber orientações.
A escola, por sua vez, deverá proceder o registro do atendimento em ata, em registro do atendimento em ata, em atenção ao Decreto Lei n. 1.044/69.
Tem direito a este serviço a estudante em licença maternidade.
O atendimento pedagógico domiciliar ao aluno com atestado médico de 90 dias ou mais é feito com o acompanhamento de um professor, mediante apresentação de atestado e laudo médico, com autorização médica para este atendimento.
Já, o responsável pelo Sareh, no NRE, depois da visita “in loco”, acompanhado do pedagogo da escola, deverá emitir o parecer para o atendimento domiciliar e, se favorável, providenciar a indicação do professor que irá realizá-lo.
Em seguida,o NRE encaminha a documentação, em forma de processo, para providências do Deein/Sareh.
O professor domiciliar, por sua vez, fará a hora atividade na escola em que o aluno está matriculado, em contato com professores e pedagogos do aluno, fazendo a respectiva adaptação e
flexibilização curricular.
Ao encerrar o atendimento, o NRE deverá reencaminhar o processo em que foi autorizada a demanda e o suprimento, para que ocorra o seu cancelamento.

GRANDES PARCEIRAS: ESCOLA E FAMÍLIA


“Educar depende de uma relação mais ampla entre pais do aluno
e os professores do que a prevista em uma mera prestação de serviços.”
Luis Carlos de Menezes.

Quando as expectativas dos dois lados se frustram, surgem reclamações recíprocas que devem ser evitadas.
Diante do insucesso de um aluno, a escola e a família passam a se cobrar: “Onde foi que vocês falharam?".
A família questiona a escola por ser esta a responsável pelo ensino.
A escola questiona a família pelo fato de que, se alguns conseguem aprender, o problema dos malsucedidos só pode vir de fora.
Todos têm razão, mas ninguém está certo.
Por outro lado, não basta as duas partes culparem a si mesmas, pois uma professora ou uma mãe nem sempre encontrarão resposta ao se perguntar "Onde foi que eu falhei?".
O problema não está separadamente em nenhum dos lados, muito menos nos estudantes – razão de ser da relação entre os dois.
Não faz nenhum sentido tomá-los como culpados.
Crianças e jovens são levados para a escola com o objetivo de que aprendam os conteúdos e desenvolvam competências que os preparem para a vida.
Os educadores esperam que eles cheguem à sala de aula interessados em aprender, prontos para o convívio social e para o trabalho disciplinado.
Quando as expectativas dos dois lados se frustram, surge um círculo vicioso de reclamações recíprocas que devem ser evitadas com a adoção de atitudes de corresponsabilidade.
Vamos ver como promover isso, começando por recusar velhas desculpas, de que nada se pode fazer com “as famílias e escolas de hoje”.

REUNIAO DE PAIS / RESPONSÁVEIS

No início de cada bimestre ou trimestre, as crianças e seus responsáveis – mães, pais, irmãos, tias ou avós – devem ser informados sobre quais atividades serão realizadas em classe e em casa, de que recursos elas farão uso, que aprendizagem se espera em cada disciplina e que novas habilidades desenvolverão.
Esse é o momento, ainda, para que todos apresentem demandas e sugestões.
Ao promover esse encontro, os professores, em conjunto com a direção e a coordenação, precisam ter clareza das expectativas de aprendizagem e das atividades previstas na proposta curricular, realizadas num projeto pedagógico efetivo.
Isso já é um bom começo.
Nesses encontros (reuniões de pais, entrega de boletins, etc.), os pais ou responsáveis participam da análise dos resultados do período anterior e recebem instrumentos e critérios para acompanhar em casa o desenvolvimento dos filhos no período seguinte e para ouvir as percepções pessoais dos estudantes sobre a vida escolar.
No caso de omissão da família, esse acompanhamento deve ser feito por um educador de referência, pelos pais de um amigo do estudante ou de outra forma sugerida pelo conselho escolar.
Além de ter um desempenho melhor, cada aluno passa a se perceber reconhecido em suas buscas e necessidades.
Soma-se a isso o fato de que a convicção de ser considerado é um importante ingrediente da vida social.
Há escolas que já fazem isso, e as que começarem a fazer estarão constituindo de fato uma comunidade pela primeira vez – e isso não é pouca coisa.
Entende-se, consequentemente, que a família e a escola precisam estar na mesma sintonia, como se formassem uma orquestra onde todos os instrumentos estão em harmonia para apresentar um belo concerto.
Portanto, é necessário estar claro que, para que aconteça aprendizagem, a escola precisa da família como a família da escola.
Só assim poderemos obter com maior êxito o sucesso de ensino-aprendizagem.
A família deve participar das reuniões e sempre que possível estar presente na instituição para trocar ideias com os educadores, mesmo não sendo chamada, acompanhando de maneira presente o desenvolvimento da criança e do adolescente.
Dessa maneira, também criará vínculo com o educador e perceberá que este também é um ser humano e que precisa da colaboração da família para que o seu trabalho tenha resultados positivos.

CURSO DISSEMINADORES DE EDUCAÇÃO FISCAL


O Curso Disseminadores de Educação Fiscal é uma das atividades que compõe o Programa Nacional de Educação Fiscal (PNEF), em nível regional, o programa é coordenado pela Secretaria de Estado da Educação do Paraná, sob a responsabilidade da Coordenação de Desenvolvimento Sócio educacional/ Diretoria de Políticas e Programas Educacionais.
O curso é online e gratuito para o cursista, contemplando 2(dois) encontros presenciais, certificação de 160 horas, no período de 02/04/12 à 15/06/12.
É ofertado aos professores da Rede Estadual de Ensino do Paraná, que preeencham os requisitos abaixo:
  • Interesse pelo assunto;
  • Acesso à internet;
  • Não ter realizado o curso anteriormente;
  • Tempo diário de dedicação para acessar o curso;
  • Não ter sido desistente ou reprovado em edições anteriores;
  • Comprometer-se em disseminar a Educação Fiscal permanentemente no estabelecimento de ensino, após a conclusão do curso.
É importante ressaltar que, conforme a Legislação vigente, o tema Educação Fiscal deve ser abordado no plano de trabalho docente de todas as disciplinas.

INSCRIÇÕES
DATA: 24 de Março (sábado)
HORÁRIO: Das 9 às 12:00
LOCAL: Núcleo Regional da Educação de Curitiba
Rua Inácio Lustosa, 700 – São Francisco – Térreo
Coordenação Regional de Tecnologias na Educação (CRTE)
VAGAS OFERTADAS: 100

Observaçoes:
As inscrições serão efetuadas de acordo com a ordem de chegada, pois as vagas são limitadas;
- Não serão aceitas inscrições realizadas por terceiros;
- É necessário apresentar CPF no ato da inscrição.

SALA DE APOIO À APRENDIZAGEM


De acordo com a Instrução 007/11, tivemos a garantia de abertura automática de demanda de uma (01) Sala de Apoio à Aprendizagem de Língua Portuguesa e uma (01) de Matemática para 6º e 9º ano (independente do nº de turmas e ofertada no turno contrário ao atendimento dessas séries).
A partir do dia 14/12/2011, houve a autorização também para os professores do Quadro Próprio do Magistério para distribuição de aulas do Programa Sala de Apoio, com as demandas automaticamente abertas e possíveis de suprimento, de acordo com a resolução de distribuição de aulas em vigor.
As demandas das Salas de Apoio dos estabelecimentos que estão em consonância com a Resolução nº 2772/2011 e com a Instrução nº 007/2011– SUED/SEED serão abertas automaticamente no Sistema, cabendo ao NRE verificar se a Instrução 007/2011-SUED/SEED está sendo respeitada e acompanhar o funcionamento das Salas de Apoio à Aprendizagem, ficando passível de fechamento das demandas nos casos de irregularidades.
A Sala de Apoio é um reforço dos conteúdos básicos de Língua Portuguesa e de Matemática das séries anteriores ao que o aluno está matriculado.
No Colégio Zardo temos a Sala de Apoio aos alunos do 6º ano, onde os conteúdos básicos de 1º a 5º ano, serão revisados, para que o(a) aluno(a) possa acompanhar o 6º ano. E temos a Sala de Apoio aos alunos do 9º ano, onde os conteúdos básicos de Língua Portuguesa e de Matemática de 6º ao 8º ano, são revistos para que o(a) aluno(a) possa acompanhar o 9º ano e freqüentar um Ensino Médio com mais conhecimento e sem defasagem.
Os alunos são convocados para a Sala de Apoio a qualquer instante durante o ano letivo, dependendo de seu desempenho escolar nos bimestres ou no diagnóstico do professor regente.
Em nossa escola, os alunos são convocados por meio de carta aos pais, na qual explica o que é a Sala de Apoio e solicita presença dos mesmos para conhecerem melhor a atividade.
Os alunos que são convocados têm a obrigatoriedade de acompanhar as aulas em seus respectivos dias e horário marcados.
Caso não freqüentem, caberá a Equipe Escolar tomar as medidas cabíveis para a devida falta de acompanhamento.
Se por algum motivo mais grave, o(a) aluno(a) não possa freqüentar a sala de apoio, os pais ou responsáveis deverão entrar em contato com a Equipe Pedagógica para assinarem uma Ata de ciência onde foi ofertado a Sala de Apoio e o filho(a) não estará freqüentando, bem como, se em um dos dias solicitados o aluno tenham algum compromisso ou justificativa.
O aluno (a) que freqüenta a Sala de Apoio, após os professores analisarem o avanço do aluno, apresentando condições de acompanhar a série que estuda sem precisar de reforço, poderão ser liberados.
Pedimos sempre aos pais que estejam sempre atentos aos comunicados que a Equipe Pedagógica envia pelos alunos e estejam em contato com a mesma para saber a situação de seu(sua) filho(a).
São realizadas reuniões com os pais e entregue um comunicado explicando a finalidade da Sala de Apoio e é entregue uma convocação por escrito para que os pais assinem e fiquem cientes da importância da freqüência da Sala de Apoio, bem como acompanhar seu desenvolvimento.
A Equipe escolar está sempre a disposição para esclarecer qualquer dúvida tanto para pais quanto aos professores de Sala de Apoio e os professores regentes de turmas.
O contato diário da Equipe Pedagógica e da pedagoga responsável pela Sala de Apoio com os professores regentes e da Sala de Apoio, além de encaminhamentos realizados por e-mail, trazem a mesma para próximo da realidade escolar e assim ela se concretiza de forma dinâmica, atualizada e interativa, aproximando os alunos nela inscritos para a realidade de dentro de sala de aula.
As atividades são cobradas de forma lúdicas e conforme o Plano de Trabalho Docente Anual que os professores devem encaminhar a Equipe Pedagógica.
Esse plano, por mais que seja anual e como um todo, deve ser somente uma base para que o professor desta sala, que deverá trabalhar com os alunos de forma individualizada e conforme as necessidades de cada um.
Para isso se faz uma ficha de Encaminhamento individual de cada aluno que se encontra nesta sala.
Os professores regentes das turmas fazem o diagnóstico inicial assinalando as dificuldades encontradas individualmente em cada aluno e passam para os professores da Sala de Apoio, que por sua vez devem trabalhar a partir das dificuldades que foram detectadas.
Os professores da Sala de Apoio descrevem o desenvolvimento de cada aluno nessa ficha, que fica sob os cuidados da pedagoga responsável.
Se houver um desenvolvimento crescente e o aluno já estiver apto a acompanhar a série sem a necessidade do reforço, este será dispensado, de comum acordo com professores do Apoio e da turma regente.
Os professores também preenchem uma planilha contendo todas as informações necessárias ao NRE de Curitiba.
Atende as exigências necessárias para trabalhar com alunos com dificuldade de aprendizagem, retomando as matérias de diferentes formas, tornando as aulas agradáveis e lúdicas.
Cabe a estes professores encaminhar a Equipe Pedagógica mensalmente os alunos que obtém muitas faltas ou que desistirem, para que os pais ou responsáveis sejam contatados.
Assim nossa Sala de Apoio atende todas as instruções e regulamentações enviadas do NRE.

Fabiola Budel
Pedagoga responsável pela Sala de Apoio